2015/16: balanço e metas

Atualizado: 20 de Fev de 2020


2015 foi um ano de abertura: não fracassei, mas não atingi minhas expectativas. Mesmo assim, provei a mim mesma que grandes saltos são possíveis, seja na esfera pessoal, familiar ou profissional. O RElendo aqui e ali entra na primeira e segunda categorias e para um ano de estreia se saiu bem.

Já faz tempo (muito tempo) que queria ter um blog sobre minhas experiências com a literatura e com a sala de aula, mas sempre adiava a ideia. No início do ano simplesmente bati a mão na mesa e disse: “vamos lá! Não vou esperar mais”.

Muito do que planejei para a plataforma ainda não coloquei em prática, mas já me sinto realizada com a publicação das resenhas e dos demais textos. Mas ainda tenho alguns problemas: o layout está longe do meu ideal de design, infelizmente não consegui muita interação com meus leitores e a frequência de postagens está baixíssima.

Não superei esses obstáculos por falta de tempo e posso afirmar que 2016 será ainda mais apertado, o que não significa, necessariamente, um lamento. Afinal de contas, minha pouca disponibilidade para o blog significa que estou me dedicando a outros projetos tão importantes quanto e que no futuro refletirão na qualidade do RElendo.

Isso não quer dizer que abandonarei o blog (afirmar o contrário é uma heresia!) ou que diminuirei mais passo. Simplesmente não inovarei tanto quanto gostaria. Tenho planos de buscar parcerias e expandir o RElendo para o youtube, por exemplo, mas isso fica para daqui uns dois anos...

Sobre minhas leituras e resenhas

Li trinta livros, sendo que Sinfonia em Branco, de Adriana Lisboa, li três vezes e A poética do espaço, de Gaston Bachelard, duas. Abandonei sete livros pela metade e estou bem longe da minha meta de 100 livros por ano. Se coloco na balança a quantidade de trabalho e de matérias que cursei na Universidade, até que li uma quantidade razoável, 2,5 livros por mês.

Dos livros que li, resenhei apenas dois (O Planeta dos macacos e O mundo de Sofia) e durante todo o ano postei apenas seis textos. Fui um tanto quanto lenta, não é? A maioria das leituras foram romances, nenhuma poesia, apenas uma HQ (Os Ignorantes, de Étienne Davodeau) e uma peça de teatro (Frei Luis de Sousa, de Alemeida Garrett.).

Para 2016

Serei realista: não me imporei grandes metas, mas não quero dar ré no projeto. Assim, espero ler ao menos 35 livros, sendo 2 de poesia, 2 HQs e escrever no mínimo um texto por mês.

Se não houver greve ou choque de horário, vou me formar este ano, em julho! (dá pra acreditar?). Mesmo com o diploma, tenho alguns planos acadêmicos e profissionais que estou doida para compartilhar aqui, mas enquanto não der certo, ficarei de boca fechada.

TOP 5 de 2015

5.

O mundo de Sofia,

de Jostein Gaarder

Em fim a filosofia fez sentido. Planejo ler esse livro desde meus quinze anos e consegui em 2015. Ele consegue ser didático e ficcional ao mesmo tempo. Recomendo fortemente.

4 .

O sol é para todos,

de Harper Lee

Entrou para a lista de livros que quero reler todos os anos. Muita delicadeza, tema forte e com lições de vida, sem ser piegas.

3.

Metamorfose,

de Franz Kafka

Li em uma sentada e me perguntei por que

demorei tanto para ler essa obra. Impressionante!

2.

História sem fim,

de Michael Ende

Abri o ano com chave de ouro. Com uma história primorosa e com a edição fantástica, relembrei minha infância. Foi como voltar no tempo.

1.

Sinfonia em Branco,

de Adriana Lisboa

A leitura mais emocionante do ano. Um livro brasileiro, de autoria feminina e que me deixou profundas marcas – não à toa foi o tema da minha monografia.

Agradecimento

Muito obrigada a todos vocês, leitores. Gostaria de ter mais interação com vocês, mas ainda não consigo. Mesmo sendo poucos, já estou muito feliz. Obrigada.

#retrospectiva #balanço #metas #pessoal

  • Facebook
  • YouTube
  • Instagram